27 de fevereiro de 2026 | Ano 17
 
Hoje seu BD está repleto de temas relevantes, dois deles indicados pela Secretaria de Saúde, colaboradora assídua aqui do jornalzinho. Primeiro vamos abordar um assunto bem conhecido, mas que, se não tiver cuidado e prevenção, pode causar muita dor de cabeça. O segundo tema não é tão falado por aí, mas também é muito importante, e, claro, vale saber mais sobre ele! Por fim, vamos falar de uma corrida “maravilhosa”. Vamos nessa?
 
 
XÔ, MOSQUITO!
 
 
Precisamos falar de novo dela… Pois é, estamos vivendo um novo momento de surto de dengue. Embora os números iniciais sejam mais baixos do que os picos epidêmicos de 2024 e 2025, precisamos sempre estar alertas.
 
Enquanto o tipo comum da doença é autolimitado e tratado via alívio dos sintomas, sua forma grave pode evoluir para um quadro severo rapidamente e que pode ser até fatal. Preocupante, não é mesmo?
 
Durante o período de novembro a maio, as condições são mais propícias para o aumento da doença devido aos extremos climáticos como o calor acima da média e as chuvas intensas, que favorecem a proliferação das larvas do Aedes aegypti, o mosquito transmissor.
 
Por isso, a ação coletiva é muito importante e necessária, e a principal forma de prevenção é a eliminação dos pontos que podem acumular água parada.
 
Leia esta matéria completa do Hospital Oswaldo Cruz e saiba mais detalhes sobre a doença, como diferenciar a dengue comum da dengue grave, como combatê-la e muito mais!
 
No início de fevereiro, o Ministério da Saúde começou a distribuir, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a vacina contra a dengue para os municípios que apresentam as maiores incidências de casos.
 
Conheça aqui a estratégia de vacinação contra a dengue da Prefeitura de São Paulo, que começou no dia 9/2 para o público elegível nessa etapa, além de outras informações relevantes.
 
Vamos juntos(as) nesse combate? E, em caso de suspeita de dengue, não tome medicamentos sem a orientação de um(a) médico(a), combinado?

 
DOENÇAS RARAS
 
 
Amanhã (28/2) é o Dia Mundial das Doenças Raras. A data foi criada com objetivo de levar mais informação sobre o tema para todos(as).
 
Você sabia que uma doença é considerada rara quando afeta até 65 pessoas em um grupo de 100 mil indivíduos? Trata-se de um conjunto diverso de condições médicas que afetam um número relativamente pequeno de pessoas em comparação com doenças mais comuns. Não há um número exato de quantas patologias raras existem, mas a estimativa é que seja algo em torno de 5 mil tipos diferentes.
 
E “cada caso é um caso”, uma vez que há uma grande pluralidade de sintomas e eles variam de doença para doença e de pessoa para pessoa com o mesmo diagnóstico. Ah, e a maioria ainda não tem cura…
 
Alguns exemplos são as anomalias congênitas, os erros inatos do metabolismo, os erros inatos da imunidade, as deficiências intelectuais, entre outras, e a maioria possui algum tipo de componente genético e afeta crianças.
 
Como são raras, muitas equipes de saúde podem ter algum grau de dificuldade em estabelecer diagnóstico preciso e cuidados de saúde adequados, o que torna um desafio constante.
 
Os tratamentos para a maioria das patologias raras são voltados à manutenção da qualidade de vida e à redução de sinais e sintomas, pois são poucos os tratamentos medicamentosos específicos e eficazes.
 
Quer se aprofundar sobre o tema, conhecer características gerais das doenças raras, além de conferir exemplos, dados e estatísticas? Veja esta matéria completa do Ministério da Saúde.

 
 
CORRIDA “MARAVILHOSA”
 
O Subcomitê de Trabalho Decente e Seguro do TRT, em continuidade à campanha Corra contra o Trabalho Infantil, participará da Corrida Mulher-Maravilha no próximo dia 8/3 em Itaquera, na capital paulista. Foram disponibilizadas 50 cortesias para o evento. Magistradas e servidoras que tenham interesse podem mandar e-mail para comiteolimpico@trt2.jus.br, indicando seu interesse (com nome completo, matrícula e telefone). Saiba mais aqui.
 
Bom fim de semana, TRTeir@! A gente se vê em março com muita informação e novidades!

 
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A saúde não é tudo, mas tudo é nada sem saúde.

 
Sócrates
 

 

 

 
 
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